segunda-feira, maio 20, 2024
InícioPolíticaProtagonismo feminino: a história de Nauristela, uma mulher que construiu a própria...

Protagonismo feminino: a história de Nauristela, uma mulher que construiu a própria jornada dentro da regulação

O protagonismo da mulher não é apenas quando ela realiza algo unicamente exuberante, mas sim quando ela constrói toda uma jornada de vida no modo relevante. E é assim que chegamos a história da servidora Nauristela Ferreira Paniago Damasceno, que há 20 anos, realiza um grande trabalho na construção da regulação pública em Mato Grosso do Sul pela Agência de Regulação, a AGEMS.

Psicóloga de formação, mestre em ensino em saúde e analista de regulação, ela encontrou no serviço público não apenas trabalho, mas um propósito de vida. Hoje como coordenadora da educação ambiental, ela desempenha um papel fundamental na conscientização e na promoção de práticas sustentáveis em todos os lugares.

A paixão pela missão de servir

“Tenho orgulho de ser servidora pública e da contribuição que o serviço público realiza para a sociedade. Especialmente no que se refere à AGEMS, quando fiz o concurso, sabia muito pouco sobre regulação. Contudo, já no curso de integração dos novos servidores, comecei um processo de encantamento pelo que fazemos e até hoje sou muito grata por fazer parte de uma instituição com missão tão relevante em serviços essenciais ao bem-estar da sociedade e de integrar uma equipe de servidores que, ciente da sua missão, se prepara, se dedica, inova e busca, cotidianamente, realizar entregas seguras, qualificadas e efetivas aos cidadãos”, disse.

A regulação que também une amor

Do mesmo jeito que Nauristela contribui muito para a regulação funcionar bem, a regulação também a retribuiu da melhor forma possível. Isso porque, a servidora conheceu o esposo, o engenheiro Carlos Fábio Damasceno em um projeto em comum dentro da AGEMS, ainda na época AGEPAN. Da amizade no ambiente de trabalho, surgiu um lindo amor que deu em casamento e rendeu frutos, os dois filhos do casal. 

“Como eu estou aqui há 20 anos, quase tudo ocorreu por aqui: cheguei solteira, casei, tive meus dois filhos, minha família foi um lindo presente na minha vida. Também evoluí como profissional, passei um tempo fora para acompanhar minha família, nesse tempo fora fiz o mestrado e voltei para casa (a minha e a minha carreira) com novas ideias e experiências renovadas.”, comenta a servidora.

No entanto, existe as dificuldades que toda mulher enfrenta, que é conciliar todos os papéis que a vida as define. Ela comenta que os desafios são diários e que em alguns momentos é realmente desgastante desempenhar adequadamente todos esses papéis, mas acredita que esses desafios são muito comuns e facilmente reconhecidos pela maioria das mulheres.

“Tenho adotado várias estratégias para superar as dificuldades que surgem: faço capacitações, terapia, vou à igreja, troco experiências com outras mulheres, busco preservar tempo com a família, tempo de lazer, entre outras. Não acredito que sejamos capazes de compartimentar a vida, somos uma só, então todos esses papéis estão interligados: se complementam e se afetam. Contudo, há situações em que temos que priorizar, como nas viagens a trabalho ou em adoecimento. Nesses momentos não tenho palavras para expressar minha gratidão ao meu marido, à nossa rede familiar de apoio e aos colegas de trabalho”, comenta.

Capacitação para ir além

A formação em Psicologia permeia o trabalho da servidora na AGEMS, especialmente em áreas como a Ouvidoria que ela já atuou e a Educação Ambiental. Sua atuação envolve compreender o comportamento humano, os processos sociais e as relações sociais, elementos fundamentais para promover a conscientização e a participação da sociedade em questões ambientais e de regulação.

“Nesses 20 anos, meu trabalho na AGEMS me conduziu por vários caminhos não planejados, mas gratificantes: aprendi conceitos relevantes sobre energia elétrica, transporte de passageiros, rodovias, saneamento básico, controle e participação social, entre outros. Atualmente, estou me encantando cada vez mais pelo potencial da Educação Ambiental e estou me aprofundando no conceito de sujeito ecológico e na Psicologia Econômica, buscando outros elementos para compreender melhor como e porque tomamos ou não tomamos algumas decisões em relação ao ambiente nos cerca”, complementa.  

A história de Nauristela na AGEMS é um exemplo do comprometimento e da dedicação e dor amor das mulheres pela regulação. O amor que transcende a simples realização profissional; é a paixão por contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais equilibrada e saudável. Quem ama a regulação enxerga além dos números e das normas, compreendendo seu papel fundamental na garantia de serviços essenciais de qualidade para todos. Esse amor se reflete no comprometimento em buscar soluções inovadoras, na dedicação em aprender e se aprimorar constantemente, e na satisfação em fazer parte de um trabalho que impacta positivamente a vida das pessoas. É um amor que motiva, inspira e transforma.

Bruna Aquino

Fonte: AGÊNCIA ESTADUAL DE REGULAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE MS

VEJA TAMBÉM

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Mais Matérias

Comentários