domingo, abril 6, 2025
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No Glauce Rocha, Dani Black apresenta novo álbum e homenageia Geraldo Espíndola

Nesta sexta-feira (4), o cantor, guitarrista, violonista e compositor Dani Black celebrou a primeira parte de seu álbum, “Uma Cidade Chamada Eu Mesmo”, em um show emocionante no palco do Teatro Glauce Rocha, na UFMS. A apresentação integrou a programação do Circuito Universidades, uma das atrações do Campão Cultural 2025.

Produzido pelo grupo Los Brasileiros, “Uma Cidade Chamada Eu Mesmo” marca um momento importante na trajetória de Dani Black. No show, o artista interpretou faixas da primeira parte do novo trabalho como ‘Quero Você”, “Levitando” e “Alice”, além disso revisitou sucessos dos álbuns “Frequência Rara” e “Dilúvio”. Com quatro discos lançados, Dani já foi indicado ao Grammy Latino e ao Prêmio da Música Brasileira, nas categorias de Melhor Álbum Pop e Melhor Canção em Português.

Reconhecido como um dos grandes nomes da nova geração da música brasileira, ele é também um dos compositores mais gravados de seu tempo. Suas canções já foram interpretadas por ícones como Ney Matogrosso, Gal Costa, Milton Nascimento, Elba Ramalho, Zélia Duncan, Maria Gadú, Tiago Iorc, O Teatro Mágico, entre outros.

O momento mais emocionante da noite foi a homenagem ao tio, o cantor e compositor sul-mato-grossense Geraldo Espíndola. “Eu vim, já emocionado no aeroporto, assim, sentindo, caraca, quero celebrar meu tio também, quero trazer ele pro palco, e ele topou. Foi uma coisa, assim, de um convite no dia do show, me veio esse desejo, essa sensação de trazê-lo, e ele estava aqui, topou, vai cantar comigo”, contou Dani. Juntos, eles interpretaram “Vida Cigana”, um dos maiores sucessos de Geraldo, eternizado por diversas regravações, e também “Luar do Deserto”, emocionando o público com a força da música regional sul-mato-grossense.

Dani também falou com carinho sobre sua relação com Campo Grande. “Estar aqui é sempre maravilhoso. Muita gente acha que nasci em Campo Grande, mas sou paulista. Ainda assim, considero essa cidade como minha segunda casa. Venho pra cá desde sempre, tenho família e amigos aqui, minha história é profundamente ligada a esse lugar. Tocar em Campo Grande é sempre uma reconexão com a minha raiz, com o meu lar”, declarou.

Entre o público, quem acompanhava tudo com brilho nos olhos era a artesã, Adriana Silva, de 41 anos. Ela contou: “Conheço o trabalho do Dani já faz bastante tempo e gosto muito das músicas dele. A música Areia é a minha preferida, mas o show está lindo do começo ao fim. Estava esperando muito por esse show, e tá sendo maravilhoso!”.

“A princípio eu não conhecia muito bem o Campão Cultural esse ano é o meu primeiro ano. E eu gostei muito do show do Dani Black, a sintonia entre ele e a plateia, as vivências e todas as experiências aqui no Mato Grosso do Sul, ele pôde transcrever através das letras”, destacou o professor da Rede Estadual de Ensino de MS, de 27 anos, Adinael Victorio.

Bel Manvailer, Comunicação Campão Cultural
Fotos: Marithê do Céu/ Campão Cultural 

Fonte: www.fundacaodecultura.ms.gov.br

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